sexta-feira, 1 de março de 2013

O amor, na essência, necessita de apenas três aditivos: correspondência, desejo físico e felicidade. Se alguém retribui seu sentimento, se o sexo é vigoroso e se ambos se sentem felizes na companhia um do outro, nada mais deveria importar. Por nada, entenda-se: não deveria importar se outro sente atração por outras pessoas, se outro gosta de fazer algumas coisas sozinho, se o outro tem preferências diferentes das suas, se o outro é mais moço ou mais velho, bonito ou feio, se vive em outro país ou no mesmo apartamento e quantas vezes telefona por dia. Tempo, pensamento, fantasia, libido e energia são solteiros e morrerão solteiros, mesmo contra nossa vontade. Não podemos lutar contra a independência das coisas. Aliança de ouro e demais rituais de matrimônio não nos casam. O amor é e sempre será autônomo…
Marta Medeiros
“E por que carregar as coisas ruins da vida? As coisas boas são tão mais leves e tão mais belas... Todo mundo já carregou uma mágoa, ou tentou levar o mundo nas costas, fala aí pesou muito não é? Agora pensa na alegria de um domingo ensolarado com os amigos ou com a familia... Hummm é isso que eu quero carregar hoje. E você?“ (Taise Brave)

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